Aqui vão algumas dicas de como chegar no vale encantado:


DE ÔNIBUS

​Desde a rodoviária de Salvador, pegue um ônibus para Palmeiras com a empresa Real Expresso (é a única que faz esse trajeto). Os valores e horários de saída dos ônibus estão no site: http://www.realexpresso.com.br . É possível ainda comprar as passagens por telefone (71) 3450.2991, com cartão de crédito.

Essa viagem dura em média de 6 a 8 horas, então aconselhamos pegar os ônibus da noite, assim você pode dormir na viagem e chegar em Palmeiras junto com o nascer do sol, por volta de 6h da manhã. De Palmeiras, na própria rodoviária, estarão esperando vans que levam diretamente ao Vale do Capão. É apenas mais 50 minutos de viagem. O encontro terá base no Espaço Terra Viva, que fica bem próximo ao Poço da Cruzinha. Desde a vila são 6 km em direção ao fundo do Vale. Haverá uma placa indicando o encontro. 


DE AVIÃO

​A melhor opção para quem vem de avião é desembarcar em Salvador e, na rodoviária, pegar um ônibus para Palmeiras e dali para o Vale do Capão. Chegando ao aeroporto em Salvador, pegue um táxi, um moto-táxi, ou ainda um ônibus para a rodoviária.

Também existem vôos diretamente para Lençóis, cidade localizada na Chapada, próxima ao Vale do Capão. Vôos regulares para o Aeroporto Horácio de Matos pela Azul Linhas Aéreas às quintas e domingos. http://www.voeazul.com.br/



DE CARRO

​Se você tiver a opção de ir de carro, verifique no google maps o melhor trajeto desde de onde você está até Caeté Açu, próximo a Palmeiras, na Bahia.

​Desde Palmeiras existem placas apontando a direção Vale do Capão. É uma única estrada de terra até lá. Após chegar na vila do Capão, siga mais 6km em direção ao fundo do vale. Próximo ao Poço da Cruzinha, haverão placas apontando o caminho.



PARA O PATI

​Os participantes que realizarão apenas a fase Pati, terão como ponto de encontro a EcoVila Terra Viva, no Vale do Capão no dia 15 de janeiro.


OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Perante a possibilidade da chuva, sugerimos a todos que participarão da fase Pati, que deixem a passagem de volta em aberto ou com alguns dias de folga, pois em caso de chuva temos a opção de adiarmos alguns dias a caminhada.

Chegaremos a nossa próxima parada, em tempo de ver a noite cair junto ao fogão à lenha, com uma refeição deliciosa nas casas de algumas das pouquíssimas famílias de nativos que permaneceram vivendo lá, desde o fim dos ciclos de diamantes e café.

O Vale do Pati está localizado no coração do Parque Nacional da Chapada Diamantina. É mundialmente conhecido como um dos locais mais atrativos para quem gosta de fazer caminhadas na natureza e roteiros de trekking. Lugar de beleza abundante e peculiar ecossistema, apresenta jardins naturais de vegetação rupestre, florestas estacionais de planície e sempre-verde de altitude, que se estendem pelas encostas dos impressionantes morros que abraçam o vale.É dos Gerais do Vieira e do Rio Preto que nascem alguns rios que irão formar, mais adiante, a principal bacia hidrográfica do Estado da Bahia: a bacia do Rio Paraguaçu.

​No interior do Vale, sem interferências das antenas de TV, de celular, das redes de eletricidade ou do ruído dos carros, poderemos desfrutar de uma vivência real de ecologia profunda. Silenciar nossos pensamentos, diminuir nosso ritmo usual e permitir os desdobramentos de um estado de contemplação, propiciarão uma escuta mais atenta às paisagens sonoras, incluindo nossa própria afinação interior. O Vale do Pati é um constante convite ao mergulho interno e à conexão com nossa essência mais profunda.


COMO CHEGAR

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O Vale do Capão é um vilarejo alternativo localizado na Chapada Diamantina, distrito de Caeté-Açú, município de Palmeiras, Bahia. O termo em Tupi “Caetê-Açu” significa “grande mata verdadeira”. Chegando lá, basta olhar para os lados para entender o porquê desse nome. O Vale é formado pelo encontro das serras do Candombá e da Larguinha, de onde se pode admirar o espetáculo que é o pôr do sol rebatido do Morro Branco, ao mesmo tempo em que se toma um banho refrescante no poço do Rio da Cruzinha.

 A 1a parte do ENCIMA da Chapada acontecerá nesse lugar surpreendente, cercado de algumas das mais lindas cachoeiras, como o Riachinho,  Purificação, Águas Claras e a impressionante Cachoeira da Fumaça, com 340 metros de altura, é uma das maiores quedas d’água da America Latina. Durante o mês de janeiro é uma das épocas mais interessantes do ano para estar neste lugar, visto que depois das chuvas de verão, as cachoeiras se enchem de força e beleza.

Este santuário ecológico é habitado por uma curiosa mistura de nativos baianos com alternativos das mais diversas origens. O Capão é uma esquina do mundo. Considerado como um dos vilarejos mais cosmopolitas do planeta, tem uma imensa taxa de visitantes que se tornam moradores, tamanho é o magnetismo deste lugar.

 A arte é o motor do movimento local. O termo “world music” se faz presente em qualquer encontro espontâneo, com os mais diferentes instrumentos e sonoridades. As artes do corpo e a dança têm ganhado grande projeção atualmente, além da Escola de Circo que também é uma referência internacional em formação de acrobatas.

Para lá também convergem pessoas com interesses em diferentes estudos, como permacultura, curas quânticas, tratamentos holísticos e plantas medicinais. A convivência com os moradores e a realidade do Vale, oferecem uma ótima oportunidade para o desenvolvimento da espiritualidade e do autoconhecimento, através de uma perspectiva de vida mais simples e natural.

 Na etapa Capão estaremos realizando as atividades na Ecoaldeia Terra Viva, no fundo do vale, ao lado da nossa piscina olímpica: o Lago da Cruzinha. Faremos lá um pré-encontro, o Encontro Semente, que acontecerá de 15 de dezembro a 7 de janeiro, onde estaremos aprimorando os espaços de dança, a estrutura de recepção, banheiros secos, fazendo hortas e vivenciando a permacultura, a agrofloresta, e a bioconstrução na prática e em comunidade.

8º Encontro de Contato Improvisação nas Montanhas e Águas da Chapada Diamantina 

O LUGAR E COMO CHEGAR

PATI

CAPÃO